Os destaques das notícias policiais você acompanha diariamente no Caso de Polícia sob o comando e os comentários do apresentador Fábio Araújo. Com linguagem acessível, o programa também fornece espaço para apelos e denúncias por parte da população.
O jornalista Fabio Almir de Araújo, natural de Jaguapitã no Paraná, tem uma personalidade extrovertida e transparente. Seu livro de cabeceira é a Bíblia Sagrada, e e tem como filme favorito "O Conde de Monte Cristo". Apaixonado por futebol, divide esse hobby com o gosto por telejornais. Sua sensibilidade e apurado senso de justiça deixam sua marca na apresentação do programa.
2ª CIA de Polícia Militar de Pombal realizou na manhã hoje (14), a maior apreensão de maconha da história.
Por volta das 11:00h o serviço de atendimento da 2ª CIA recebeu informação de um PM que vinha em um ônibus da Gontijo de São Paulo para Pombal, que entre os passageiros um elemento apresentava comportamento suspeito.
Sob o comando do Capital Barbosa, a PM entrou em diligencia com um forte efetivo de homens e viaturas.
Ao chegarem ao terminal rodoviário da cidade os policiais souberam que o suspeito pegara um taxi com destino a cidade de São Bento-PB, e partiram em perseguição na BR 427. O cerco policial, porém, só alcançou o referido taxi – um gol de cor verde, de propriedade de um conhecido taxista pombalense, na cidade de São Bento.
Durante a abordagem o elemento, Edvan Lima Pinto, 23 anos, solteiro foi preso e conduzido para a 2ª CIA em Pombal, por volta das 12:00h. Com o mesmo, a Polícia fez a maior apreensão de drogas já registrada. Foram apreendidos 60 quilos em 72 tabletes da droga, escondidos em quadros de Santos, misturados com borra de café.
Após meses de investigações, a polícia conseguiu prender nesta quarta-feira (13) em João Pessoa, uma quadrilha composta por pessoas da classe alta, acusada de clonar centenas de cartões de crédito. O prejuízo, conforme explicou o delegado Jean Francisco Nunes do Grupo de Operações Especiais (GOE), foi superior a R$ 1 milhão.
A operação, intitulada “Playboy”, prendeu André Cruz Sousa Leão, 31 anos, Gustavo Henrique Feijó Pessoa, 32, José Nilson Dantas Júnior, 29, Felipe Brito Germóclio, 32, e ainda José Nilson Dantas, 52 (pai de José Nilson). A quadrilha chegava a acender cigarros em notas de R$ 50, segundo o delegado.
Os integrantes da quadrilha moravam em casas luxuosas localizadas em bairros nobres de João Pessoa e Cabedelo, também na Paraíba. Roupas de marca, tênis caros e aparelhos eletrônicos de última geração faziam parte da realidade dos criminosos, que usavam os cartões de cartões de crédito não apenas em lojas da Paraíba, como também em Pernambuco.
O grupo costumava promover festas com ‘tudo do bom e do melhor’, conforme informou a polícia. Apesar das prisões, as investigações continuam, já que a quadrilha conseguia aumentar os limites dos cartões de crédito.
“Sabemos que eles aumentaram os limites através de um pequeno aparelho instalado nas maquinetas dos estabelecimentos comerciais”, declarou Nunes. O envolvimento de proprietários e funcionários desses locais também está sendo investigado. A clonagem dos cartões de crédito era feita em caixas eletrônicos de postos de gasolina da capital paraibana.
Além dos cartões clonados, a polícia apreendeu dois revólveres, aparelhos eletrônicos, como ar-condicionado e TVs, sete motocicletas, um quadriciclo e dois veículos, sendo um I30 da Hyundai e uma L200, da Mitsubishi, que podem ser fruto de roubo, segundo informou o delegado do GOE. “A quadrilha também é acusada de roubo de veículos”, informou.
A operação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual. As investigações tiveram início após o recebimento de denúncias anônimas de clonagem de cartões de crédito. Os presos foram levados para a Secretaria da Segurança e da Defesa Social, em João Pessoa, e devem responder pelos crimes de estelionato, receptação, roubo, formação de quadrilha, entre outros.
“Estamos aprofundando as investigações, realizando buscas e outras pessoas poderão ser presas”, disse o delegado Jean Francisco.
Na última quarta, 13, no Caso de Polícia, Fábio Araújo entrevistou a Promotora da Infância Ivete Arruda, que falou sobre as crianças e adolescentes expostos à violência e às drogas e também sobre a necessidade da implantação de políticas públicas de combate ao tráfico e apoio às vítimas.
A promotora ainda criticou a banalização do crime pela mídia, principalmente em programas policiais que retratam a violência como uma “brincadeira”, não levando em consideração o Código de Ética do Jornalismo, tampouco o conteúdo de suas informações.
João Pessoa vem enfrentando nas ultimas 72 horas muitas chuvas e nesse período, é comum encontrar vias alagadas. Portanto, os motoristas devem redobrar a atenção. Confira algumas orientações de como dirigir neste período.
1) Se em dia de chuva torrencial o que o condutor for fazer na rua puder ser adiado, adie. Não saia. As vias em dias de chuva devem ser usadas apenas por aqueles que não podem faltar ao trabalho ou a outras atividades inadiáveis.
2) Ao entrar no carro, se o vidro já estiver embaçado, ligue o ar quente. Não use as mãos para desembaçar os vidros, pois nossa gordura natural tornará a visão mais turva. Ligue o esguicho de água do limpador de pára-brisas para retirar a poeira do dia anterior. Acione o limpador na velocidade compatível com o nível de chuva.
3) Se os vidros estiverem desembaçados: mantenha uma fresta nos vidros e o ventilador ligado se seu carro não tem ar condicionado. Se tiver ar condicionado, ligue e deixe em temperatura fria (22 graus ou menos), pois se ligar o ar quente, embaçará.
4) Acenda o farol em luz baixa para servir de alerta aos pedestres e aos outros condutores.
5) Nunca acenda o pisca – alerta com o veículo em movimento, seja na chuva ou em túneis ou em qualquer lugar. Só veículo estacionado em emergência pode ligar o pisca – alerta.
6) Diminua a velocidade que você está acostumado a usar e diminua mais ainda quando passar em áreas alagadas para não molhar os pedestres.
7) Mantenha a distância de um carro em relação ao veículo da frente para ter espaço para frear.
8 ) Não freie bruscamente. Com piso molhado, o freio brusco serve de aceleração e o veículo aumenta a velocidade em vez de parar, pelo efeito de aquaplanagem (deslizamento sobre a água).
9) Escolha uma faixa para trafegar e só saia dela no destino, a não ser que encontre algum obstáculo. O ziguezague nas ruas é responsável por milhares de acidentes.
10) Motociclistas e ciclistas devem se lembrar que todos os veículos devem obedecer às mesmas leis de trânsito: não ultrapasse entre os outros veículos e só faça conversão pela esquerda. O fato de trafegar em duas rodas não dá direitos especiais.
11) Se vir um alagamento à sua frente e puder sair daquela rua e desviar do alagamento, não titubeie: desvie. Use trajetos mais longos e que você saiba que não estão alagados. Economia de combustível nestas horas pode gerar prejuízos enormes.
12) As condições climáticas não mudarão porque você está numa retenção devido a alagamentos. Engate a primeira mantenha a aceleração estável e preste muita atenção ao ambiente em volta. Calma! Muita calma nesta hora.
O Governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Estado da Educação (SEE), pretende criar um Plano de Enfrentamento à violência nas escolas, que pretende discutir, prevenir e combater a violência dentro do ambiente escolar. Uma comissão formada por representantes da Polícia Militar e das Secretarias de Estado da Educação, da Segurança Pública, de Desenvolvimento Humano e da Mulher e Diversidade Humana, reuniram-se na manhã desta terça-feira (12), nas dependências da SEE, no Centro Administrativo, em João Pessoa.
O tema, que segundo a secretária Executiva de Educação Márcia Lucena, já vem sendo discutido antes mesmo do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na última quinta-feira (7), onde um ex-aluno armado matou 12 estudantes, nas dependências da escola. Segundo Márcia Lucena, desde o início da gestão Ricardo Coutinho, a pasta vem buscando ações que possam coibir a violência nas escolas.
De acordo com a secretária, será criada uma comissão permanente com a participação de representantes de várias esferas do Governo Estadual. Esta comissão deverá compor o Plano Estadual de Enfrentamento à violência na escola, para acompanhar e apontar os caminhos da política que traduzam a intenção do Governo de coibir ações violentas no ambiente escolar.
“Já nos antecipamos à discussão da violência nas escolas bem antes da tragédia no Rio de Janeiro. Pretendemos expandir nossas ações e por isso mesmo, buscamos aliados. Estamos estudando uma forma de abordar, dentro do currículo escolar, um diálogo sobre o enfrentamento à violência, investindo em cidadania, esporte e lazer”, ressaltou Márcia Lucena.
Ações sociais – A secretária Estadual de Desenvolvimento Humano, professora Cida Ramos, em parceria com Gilberta Santos Soares, secretária-executiva da Secretaria do Estado da Mulher e da Diversidade Humana, argumenta que a solução não é tornar a escola um ambiente repressor, cercado de policiais. Para ela, é preciso estabelecer um diálogo com os jovens para que eles não enxerguem na violência a única forma de resolução dos problemas.
“Precisamos investir em projetos de prevenção à violência, seja ela moral, verbal ou física. Mas não podemos nos esquecer que não é só o aluno que precisa de ajuda. A escola também precisa do apoio da sociedade. Ela não está preparada para responder pela família. A violência está na escola como um todo, seja no aluno, no professor, na merendeira. É preciso diagnosticar de onde ela vem e combatê-la”, frisou Cida Ramos.
Segurança – O delegado Geral da Polícia Civil do Estado, Dr. Severiano Pedro Nascimento Filho, também acredita na fórmula da parceria entre Governo e sociedade civil para combater ações de violência, seja na escola, ou fora dela. “Acredito nas ações de prevenção à violência. Temos uma série de problemas sociais agregados a ela e é preciso diagnosticá-los. Tudo começa a partir do embrião familiar. Temos que envolver muita gente, universidades, igrejas, ONGs, é uma ação que deve ser multidisciplinar”, salientou.
Para o chefe da divisão do Policiamento Militar Metropolitano de João Pessoa, Coronel Francisco de Assis Castro, esta parceria é fundamental, já que o efetivo da polícia militar não pode, sozinho, se responsabilizar pela segurança nas escolas. “Não basta só colocar a polícia nas ruas para resolver o problema da violência. Esse problema é de ordem social, política, emocional, dentre tantas outras. É preciso um grupo de ações conjuntas e a criação do Plano de Enfrentamento é um grande passo para o combate à violência”, completou.
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